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Um acidente em um dos brinquedos do parque de diversões Hopi Hari causou a morte da adolescente Gabriela Yokuri Michelari, 14, por volta das 10h30 desta sexta-feira (24).A assessoria de imprensa do parque informou que a garota chegou a ser levada para o hospital Paulo Sacramento, em Jundiaí (SP), mas não resistiu. Segundo o hospital, Gabriela teve um traumatismo craniano após a queda. Ela foi reanimada ainda no parque, mas teve uma parada cardíaca depois.De acordo com a PM, a garota se desprendeu do assento do brinquedo conhecido como elevador e caiu. A assessoria de imprensa do parque disse que ainda não tem informações sobre as causas do acidente.O parque fica no km 72,5 da rodovia dos Bandeirantes, na região de Vinhedo (79 km de São Paulo). O brinquedo Torre Eiffel, onde ocorreu o acidente, tem 69,5 metros de altura, o equivalente a um prédio de 23 andares. Na atração, os participantes caem em queda livre, podendo atingir 94 km/h, segundo informações do site do parque.Em nota, o Hopi Hari informou que "lamenta profundamente o ocorrido" e que "está prestando toda a assistência à família da vítima e apoiando os órgãos responsáveis na investigação sobre as causas do acidente".O parque foi fechado por volta de 11h15 desta sexta-feira (24) após a morte da adolescente e voltará a funcionar nesse sábado (24) de manhã, segundo informou a assessoria de imprensa.SegurançaNo Torre Eiffel, as cadeiras são suspensas até o limite de altura do brinquedo e caem bruscamente. Os assentos são presos por travas, que cobrem o usuário dos ombros até as pernas.Segundo a assessoria de imprensa do parque, as cadeiras só são autorizadas a subir se todas as travas estiverem devidamente presas. Caso alguma cadeira não esteja travada, o sistema que controla o brinquedo emite um sinal e impede a subida das cadeiras. Se todas as cadeiras estão travadas, uma luz verde se acende autorizando o funcionamento.Ainda de acordo com a assessoria, os funcionários verificaram todas as travas antes da subida das cadeiras. O brinquedo, informa o parque, é vistoriado diariamente e submetido a análise de um engenheiro a cada três meses.